Boo – Neil Smith

Boo é um livro do autor americano Neil Smith, lançado aqui no Brasil em 2016 pela Fábrica 231, um dos selos da editora Rocco.

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SOBRE O LIVRO

Oliver Dalrymple não é como os outros garotinhos de treze anos. Por ter uma aparência diferente, um cabelo espetado e uma pele muito branca, alguns garotos acabaram o apelidando de “Boo” pois essas características o deixam com cara de fantasma. Além da aparência diferente, ele é extremamente inteligente, não é bom de papo e por isso não tem amigos, mas acaba sofrendo na mão de alguns adolescentes da escola onde estuda. Apaixonado por Química e Biologia, Boo sempre gostou de aprender coisas novas sobre ciência, astronomia e biologia. E ele estava na frente do seu armário, recitando em ordem os elementos da tabela periódica quando algo aconteceu…

Ele acorda em um lugar misterioso, sem saber ao certo como chegou lá. Mas percebe que ele está morto. Boo está no céu para garotinhos americanos de 13 anos. Chamada de ‘Cidade’, esse céu não se parece com nada com um Paraíso, e sim com um lugar comum. É basicamente igual a cidade onde vivemos: todos os habitantes têm que comer, dormir, estudar e podem até mesmo arrumar um emprego. Curioso não é? Boo também acha tudo isso bem diferente do que realmente imaginava, apesar dos seus pais serem agnósticos.

“Bom, toda sua vida americana acabou, meu bem. Mas sua vida no além está prestes a começar. ”

Na Cidade, nenhum dos adolescentes envelhece, seus ferimentos curavam-se “magicamente”, porém, ao completar 50 anos, a pessoa tem uma “remorte” e simplesmente desaparece — alguns dizem que voltam para a América, para viver uma outra vida, outros falam que apenas mudam de nível, vai para um céu que é o “Paraíso” mas ninguém tem certeza de nada ao certo.

Boo sabe que tinha um problema no coração, e acha que sua causa da morte foi isso. Porém, quando um colega da escola chega a Cidade, ele conta para Boo que na verdade eles não morreram naturalmente, mas sim, foram Assassinados.


MINHA OPINIÃO

A primeira coisa que me chamou atenção nesse livro, sem dúvidas foi sua capa maravilhosa e bem diferente. Nela, temos os olhos de Boo dentro do armário. A capa tem buracos que formam um armário escolar, super condizente com o livro. Toda diagramação do livro está ótima, e colocar os itens da tabela periódica no inicio de todo capítulo tem tudo a ver com o anseio do personagem por aprender mais e seu gosto por esses temas, simplesmente adorei isso.

“Vocês vão achar isto absurdo, Mãe e Pai, mas esta estagnação no além me entristeceu mais do que a realização da minha própria morte. Eu nunca cresceria, nunca me tornaria um cientista. E, sinceramente, já estava farto do pessoal de 13 anos na América, já tinha visto sua estupidez, crueldade e sua imaturidade.”

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O livro é narrado em primeira pessoa, é tipo um diário que Boo está escrevendo para seus pais, caso encontre um jeito de entregá-lo. Logo comecei a me apegar aquele garotinho, e ver como ele sofria em sua vida na Terra, antes de morrer e ir para Cidade. Boo é um daqueles pequenos gênios que sofrem por serem diferentes. Vemos hoje em dia, cada vez mais livros, séries e filmes tratando do bullying como algo muito sério, e digo que isso tem que ser levado para as escolas, quem sabe com a conscientização logo cedo, nossas crianças se tornem adolescentes menos cruéis um com os outros. Afinal, ser diferente é totalmente normal.

Assim que Johnny chega a cidade, o livro começa a ficar mais legal, e meu ritmo de leitura aumentou. Logo criei mil e uma teorias de quem poderia ter feito aquilo com os dois, afinal, porque Johnny se lembrava que foi assassinato e Boo não? Adoro livros que carregam mistérios assim durante sua história, isso faz com que eu queria lê-lo o mais rápido possível.

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Há alguns outros personagens na Cidade, como Telma e Esther. Ambas tratam Boo super bem. Uma delas inclusive é como “uma mãe no céu”. Também gosto da caracterização de Deus, chamado aqui de Zig. Ele de tempos em tempos leva suprimento para eles (seja comida, roupas, bloco de notas). Esse livro é diferente de toda crença, pois Zig é até um pouco macabro em algumas das cenas da história.

Johnny chega parecendo ser um personagem um pouco perturbado, e em alguns momentos pensei que ele estava realmente ficando louco pela vingança de querer encontrar o assassino, mas no fundo, gostei de como o autor retratou a amizade dele com Boo. Algo interessante é que nessa Cidade há uma cadeia, para as pessoas que cometerem algum tipo de crime, e também há um local meio hospital psiquiátrico para os chamados triscons, que seriam as pessoas tristes e confusas.

“A morte muda uma criança. Nós, citadinos, não somos necessariamente as mesmas crianças que deixamos para trás em nossas vidas pregressas. Eu mesmo sou ligeiramente menos inteligente, e ligeiramente mais sociável do que o menino que deixei encolhido no chão do corredor de uma escola em Hoffman Estates, Illinois. Graças a essa mudança de personalidade, posso sentir empatia por outro ser humano, algo que, admito, tinha dificuldade em fazer na América.”

Boo sem dúvidas me fez refletir sobre coisas pós morte, além de falar sobre bullying, vingança e também sobre amizade. Foi uma ótima surpresa, apesar de eu estar super empolgada antes mesmo de começar a leitura. Neil conseguiu me surpreender em diversas partes do livro, e mesmo não tendo nenhum romance, eu amei demais e por isso recomendo essa incrível história de Boo <3

BOO

Autor: Neil Smith

Editora: Fabrica231

Ano de publicação: 2016

Oliver Dalrymple é o típico “looser” americano: aos 13 anos, magro e pálido como um fantasma, está mais interessado em biologia e química do que em esportes e vida social. Um dia, enquanto se recupera de um dos frequentes episódios de bullying de que é vítima recitando a tabela periódica em frente a seu armário, ele desfalece para sempre. E é aí que sua verdadeira vida começa. O “céu” onde Oliver acorda depois do que acredita ter sido uma parada cardíaca em função de um problema congênito chama-se Cidade e é povoado por pessoas que morreram aos 13 anos, como ele e seu colega de escola Johnny Henzel, que chega dias depois de Boo à Cidade, trazendo notícias perturbadoras sobre a causa da morte deles. Notícias que mudam para sempre a percepção de Oliver Boo sobre sua personalidade e seu lugar no mundo. Elogiado pela crítica e adorado pelos leitores, Boo é um romance cativante sobre amizade, confiança, bullying e a difícil tarefa de ser adolescente.

É resenhista do Resenhando Sonhos.
Nascida no interior Paulista, futura cientista da computação, se apaixonou por literatura quando conheceu o bruxo Harry Potter e o vampiro Edward Cullen. Adora ir no cinema e assistir séries em dias chuvosos.

  • rudynalvacorreiasoares

    Erika!
    Bem diferente esse livro, né?
    Gosto de livros escritos em formato de diário.
    Não achei que o livro envolvesse vingança, achei que seria apenas a questão do bullying e o pós morte.
    Fiquei bem curiosa em pode fazer a leitura.

    Desejo um mês repleto de
    realizações e uma semana de luz e paz!

    “ Eu creio que um dos princípios essenciais da sabedoria é o de se
    abster das ameaças verbais ou insultos.” (Maquiavel)

    cheirinhos

    Rudy

    TOP COMENTARISTA ABRIL especial de aniversário, serão
    6 ganhadores, não fique de fora!

  • Lili Aragão

    Eu também achei capa muito legal e tô encantada por ela. Já tinha ouvido falar dessa história, mas ainda não lido nenhuma resenha dela e gostei do que li, pelo visto o livro trata essencialmente de bullying (que é um tema que deve ser debatido e levado a sério, pois os casos dele tem aumentado ao longo dos anos, ficado cada vez pior e isso pode afetar não só a criança, mas o adulto que ele se torna), e trata também de amizade e trás um pouco de mistério, o que deve fazer com que a história seja movimentada e muito boa de se ler. Anotei a dica e curti a resenha ;)

  • Bruna Prata

    Bullying está tão recorrente nesses dias que, estou pegando todas as dicas dadas no mundo literário, pois é um assunto que gosto de ver o desenvolvimento.
    Estou surpresa com vários fatores desse livro, principalmente por envolver vingança.

  • Lucas Ribeiro

    Apesar de não gostar do assunto bullying – não que eu pense ser irrelevante, apenas não consigo comprar a ideia de bullying que a maioria, se não todos os autores passam, okay, isso se mostra algo mais pessoal que técnico, bobeira minha – no entanto, posso já dizer que esse é um dos que pretendo ler… na vida, ao menos.
    Me apego muito a personagens infantis e talvez essa seja uma das variantes que tenha despertado em mim o interesse. Confesso, nunca havia ouvido falar do autor ou do livro. Pesquisarei mais a respeito. Mas dou destaque a algo que você disse. Bullying – independentemente das visões – é um problema sério e um assunto, um mal a ser combatido… Mas como? A moralidade e o carácter de um cidadão, ao meu ver, está intrinsecamente ligado ao convívio familiar e a educação de casa, o convívio, ou talvez por situações que talvez pudessem ser evitadas dentro do convívio familiar… Claro não apenas isso, mas é o que digo se caracterizar como o portal, a grande porta de entrada. O Bullying é a externação do desprezo pelo próximo baseado no desprezo de si mesmo – ou não, pode haver variantes, a inveja é uma delas – que se não é incentivado, é ao menos escuso e negligenciado no convívio familiar.Por exemplo, um garoto pode praticar o Bullying com alguém por sentir a necessidade de extravasar as emoções trazidas de casa, ou por sentir inveja de alguma qualidade do outro, ou porque aprendeu que os superiores possuem o poder sobre aqueles que se mostram, aparentemente mais fracos, todos comportamentos adquiridos e aprendidos no âmbito familiar com n razões, não cabe a nós essa discussão -e claro, não é regra, é, ao meu ver, a regra geral- com mais exatidão, é o resultado de uma perca de valores morais advindos de n razões contrárias ao efeito da empatia, o que resulta em uma desastrosa formação do cidadão da pessoa, não prevenida ou assegurada pelo âmbito familiar, de convívio. A conscientização nada mais seria que uma “medida de última instância” já declinada ao fracasso, quando sabemos, ou supomos – nem todas as verdades são absolutas, não é mesmo – que a causa do mal está nas raízes e não nas folhas da árvore e que pra que possamos sarar a terra contaminada por esse mal, necessitamos atingir e arrancar a raiz do problema… Okay… Bateu uma preguiça de corrigir/ cortar/ revisar o post que acabarei ficando por aqui com ar de Clarice, que diz tantas coisas, que se não corretamente decifradas, se perdem e caem na desgraça de serem chamadas de NADA, e delas ser feito pouco caso. Ahhhhhhh é muito complexo, o ser humano é complexo, e infelizmente não há cura, aliás há uma única cura… É da natureza do homem, o mal… E a nós basta aprendermos a lidar com eles da melhor maneira possível, a utopia não passa de utopia, o novo mundo terreno nunca virá a existir enquanto perseverar no homem a natureza má… … Chega. Como sempre ótima resenha Erika, adoro o blog, adoro os post, já quero carteirinha… Na paz…

  • Lucas Ribeiro

    Apesar de não gostar do assunto bullying – não que eu pense ser irrelevante, apenas não consigo comprar a ideia de bullying que a maioria, se não todos os autores passam, okay, isso se mostra algo mais pessoal que técnico, bobeira minha – no entanto, posso já dizer que esse é um dos que pretendo ler… na vida, ao menos.
    Me apego muito a personagens infantis e talvez essa seja uma das variantes que tenha despertado em mim o interesse. Confesso, nunca havia ouvido falar do autor ou do livro. Pesquisarei mais a respeito. Mas dou destaque a algo que você disse. Bullying – independentemente das visões – é um problema sério e um assunto, um mal a ser combatido… Mas como? A moralidade e o carácter de um cidadão, ao meu ver, está intrinsecamente ligado ao convívio familiar e a educação de casa, o convívio, ou talvez por situações que talvez pudessem ser evitadas dentro do convívio familiar… Claro não apenas isso, mas é o que digo se caracterizar como o portal, a grande porta de entrada. O Bullying é a externação do desprezo pelo próximo baseado no desprezo de si mesmo – ou não, pode haver variantes, a inveja é uma delas – que se não é incentivado, é ao menos escuso e negligenciado no convívio familiar.Por exemplo, um garoto pode praticar o Bullying com alguém por sentir a necessidade de extravasar as emoções trazidas de casa, ou por sentir inveja de alguma qualidade do outro, ou porque aprendeu que os superiores possuem o poder sobre aqueles que se mostram, aparentemente mais fracos, todos comportamentos adquiridos e aprendidos no âmbito familiar com n razões, não cabe a nós essa discussão -e claro, não é regra, é, ao meu ver, a regra geral- com mais exatidão, é o resultado de uma perca de valores morais advindos de n razões contrárias ao efeito da empatia, o que resulta em uma desastrosa formação do cidadão da pessoa, não prevenida ou assegurada pelo âmbito familiar, de convívio. A conscientização nada mais seria que uma “medida de última instância” já declinada ao fracasso, quando sabemos, ou supomos – nem todas as verdades são absolutas, não é mesmo – que a causa do mal está nas raízes e não nas folhas da árvore e que pra que possamos sarar a terra contaminada por esse mal, necessitamos atingir e arrancar a raiz do problema… Okay… Bateu uma preguiça de corrigir/ cortar/ revisar o post que acabarei ficando por aqui com ar de Clarice, que diz tantas coisas, que se não corretamente decifradas, se perdem e caem na desgraça de serem chamadas de NADA, e delas ser feito pouco caso. Ahhhhhhh é muito complexo, o ser humano é complexo, e infelizmente não há cura, aliás há uma única cura… É da natureza do homem, o mal… E a nós basta aprendermos a lidar com eles da melhor maneira possível, a utopia não passa de utopia, o novo mundo terreno nunca virá a existir enquanto perseverar no homem a natureza má… … Chega. Como sempre ótima resenha Erika, adoro o blog, adoro os post, já quero carteirinha… Na paz…

  • Lucas Ribeiro

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  • Lucas Ribeiro

    (Terceira Vez que tento) Apesar de não gostar do assunto bullying – não que eu pense ser irrelevante, apenas não consigo comprar a ideia de bullying que a maioria, se não todos os autores passam, okay, isso se mostra algo mais pessoal que técnico, bobeira minha – no entanto, posso já dizer que esse é um dos que pretendo ler… na vida, ao menos. Me apego muito a personagens infantis e talvez essa seja uma das variantes que tenha despertado em mim o interesse. Confesso, nunca havia ouvido falar do autor ou do livro. Pesquisarei mais a respeito. Mas dou destaque a algo que você disse. Bullying – independentemente das visões – é um problema sério e um assunto, um mal a ser combatido… Mas como? A moralidade e o carácter de um cidadão, ao meu ver, está intrinsecamente ligado ao convívio familiar e a educação de casa, o convívio, ou talvez por situações que talvez pudessem ser evitadas dentro do convívio familiar… Claro não apenas isso, mas é o que digo se caracterizar como o portal, a grande porta de entrada. O Bullying é a externação do desprezo pelo próximo baseado no desprezo de si mesmo – ou não, pode haver variantes, a inveja é uma delas – que se não é incentivado, é ao menos escuso e negligenciado no convívio familiar.Por exemplo, um garoto pode praticar o ato com alguém por sentir a necessidade de extravasar as emoções trazidas de casa, ou por sentir inveja de alguma qualidade do outro, ou porque aprendeu que os superiores possuem o poder sobre aqueles que se mostram, aparentemente mais fracos, todos comportamentos adquiridos e aprendidos no âmbito familiar com n razões, não cabe a nós essa discussão -e claro, não é regra, é, ao meu ver, a regra geral- com mais exatidão, é o resultado de uma perca de valores morais advindos de n razões contrárias ao efeito da empatia, o que resulta em uma desastrosa formação do cidadão da pessoa, não prevenida ou assegurada pelo âmbito familiar, de convívio. A conscientização nada mais seria que uma “medida de última instância” já declinada ao fracasso, quando sabemos, ou supomos – nem todas as verdades são absolutas, não é mesmo – que a causa do mal está nas raízes e não nas folhas da árvore e que pra que possamos sarar a terra contaminada por esse mal, necessitamos atingir e arrancar a raiz do problema… Bateu uma preguiça de corrigir/ cortar/ revisar o post que acabarei ficando por aqui com ar de Clarice, que diz tantas coisas, que se não corretamente decifradas, se perdem e caem na desgraça de serem chamadas de NADA, e delas ser feito pouco caso. Ah, é muito complexo, o ser humano é complexo, e infelizmente não há cura, aliás há uma única cura… É da natureza do homem, o mal… E a nós basta aprendermos a lidar com eles da melhor maneira possível, a utopia não passa de utopia, o novo mundo terreno nunca virá a existir enquanto perseverar no homem a natureza má… … Chega. Como sempre ótima resenha Erika, adoro o blog, adoro os post, já quero carteirinha… Na paz…

  • Lucas Ribeiro

    Apesar de não gostar do assunto bullying – não que eu pense ser irrelevante, apenas não consigo comprar a ideia de bullying que a maioria, se não todos os autores passam, okay, isso se mostra algo mais pessoal que técnico, bobeira minha – no entanto, posso já dizer que esse é um dos que pretendo ler… na vida, ao menos. Me apego muito a personagens infantis e talvez essa seja uma das variantes que tenha despertado em mim o interesse. Confesso, nunca havia ouvido falar do autor ou do livro. Pesquisarei mais a respeito. Mas dou destaque a algo que você disse. Bullying – independentemente das visões – é um problema sério e um assunto, um mal a ser combatido… Mas como? A moralidade e o carácter de um cidadão, ao meu ver, está intrinsecamente ligado ao convívio familiar e a educação de casa, o convívio, ou talvez por situações que talvez pudessem ser evitadas dentro do convívio familiar… Claro não apenas isso, mas é o que digo se caracterizar como o portal, a grande porta de entrada. Centésima vez que tento postar meu comentário. Isso já é Bullying do Disqus.

  • Nathallia dos santos

    Achei linda a capa, totalmente diferente do que já vi. Achei linda a resenha, muito bem escrita e estruturada, voce sabe muito bem como escrever Erika. O livro é chocante, nunca imaginei ler um livro onde o tema é entre o céu e a terra, mas Boo me interessou muito, adorei o fato de ser narrado pelo jovem, adoro isso em livros, quero muito ler. Esse tema de Bullying, me desperta um sentimento triste e ao mesmo tempo me interessa muito, quero sempre saber mais e mais, me manter informada.

  • Caroline Furlan

    Nunca li nenhum livro do Neil Smith,não conheço sua escrito ou sobre os temas que ele já abordou,mas o fato de tomar um assunto tão discutido,comentado e ainda amenizado de certa forma,como o bullying me deixou de certa forma com uma pequena curiosidade e uma vontade de ler o livro,fora o fato de que o ambiente um pouco mais misterioso,de certa forma com um ar mais sobrenatural sempre me chama a atenção.
    Definitivamente colocarei o livro em minha lista,espero lê-lo em breve,sua resenha me cativou.
    Eu não conhecia o blog,acabei descobrindo por acaso no skoob,fico feliz por ter encontrado :)

  • Marta Izabel

    Oi, Erika!!
    Gostei muito da resenha!! Mas nunca li nada do Neil Smith, mas a capa sem dúvida chama muita atenção!! E também gostei muito da premissa do livro!!
    Bijoss

  • suzana cariri

    Oi!
    Estou curiosa sobre esse livro, com certeza essa capa logo me chamou atenção quando vi, ainda não li nada desse autor, mas achei diferente o tema desse livro e bem interessante, parece ser um daqueles livro bem fofos, com um protagonista que logo nos conquista e gostei muito de temos esse mistério na historia, se tiver oportunidade quero ler !!

  • Gislaine Lopes

    Oi Erika,
    Livros com essa temática tem estourado no mercado editorial e meu interesse por eles tem crescido consideravelmente, apesar de ser de um gênero que não leio com muita frequência. Boo é um garotinho incrível e já gostei dele mesmo sem ler o livro. Sua ida para a cidade pode ter sido por um ato cruel e isso é dá um diferencial para esta história. Fiquei curiosa para saber o que aconteceu com ele e como será sua reação ao descobrir. Neil Smith foi ousado na criação desta trama e conseguiu inserir nela elementos bastante reflexivos.