Dica de Série #4 – The Killing

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Eu adoro séries como The Killing, seriados que são profundos, confusos e que sutilmente passam mensagens sobre a forma como o ser humano enfrenta seus problemas e conflitos. E a história de sobrevivência dessa série me lembra muito Fringe, que sobreviveu várias temporadas graças aos pedidos dos fãs.

Ela foi produzida primeiramente pela AMC que depois da segunda temporada cancelou a série. Mas o clamor dos fãs foi tanto que a emissora, em parceria com o Netflix voltou atrás e fez uma terceira temporada. Mas, em época de downloads na internet, manter audiência não é para qualquer série e The Killing foi novamente cancelada. E foi ai, que o Netflix, serviço de streaming, enxergou uma oportunidade de agradar os fãs da série e, é óbvio, conseguir algumas milhares de assinaturas, produzindo a temporada final do seriado. Eu já sou assinante Netflix por mais de um ano e fiquei realmente satisfeita com a atitude.

The Killing estreou em 2011 e é baseada no seriado dinamarquês Forbrydelsen. Se passa em Seattle e nas duas primeiras temporadas vai contar a história de dois detetives tentando desvendar o assassinato da jovem Rosie Larsen. A investigação se choca com uma campanha política e o clima é sempre tenso e cheio de desdobramentos. Sarah Linden e Stephen Holder são os detetives envolvidos. Linden é uma mãe solteira tentando balancear seu trabalho e sua vida pessoal, e Holden é um viciado em drogas. Ficando cada vez mais imersos no caso, ambos vão ter que lidar com seus próprios demônios e aprender a confiar um no outro. A terceira e quarta temporada vão trazer novos casos, que voltarão a colidir com o primeiro e na forma como isso marcou os detetives.

Eu estou finalizando a quarta e última temporada com aquele dó, pois sei que agora sim irá acabar. E também com a expectativa de um grande episódio final. Nessa última temporada os personagens estão claramente mais sombrios e um movimento errado pode ser crucial para o desenrolar final.

É a criadora e autora do Resenhando Sonhos.
Gaúcha do interior do Rio Grande do Sul, hoje mora na capital Porto Alegre e quer conhecer o mundo.
Publicitária por formação, sonhadora por opção. É mal humorada e chata.