Patch Adams, o Amor é Contagioso é um filme de 1998, baseado em fatos reais, que conta com Robin Williams no papel principal, ator conhecido por grandes filmes como Sociedade dos Poetas Mortos.

Durante uma internação em um hospital psiquiátrico, que ocorreu por escolha própria, Patch Adams descobre uma grande vontade de ajudar os outros e desse modo decide por cursar medicina.

Assim, dois anos após deixar o hospital, ele inicia a vida acadêmica. Sua grande paixão pela profissão faz com que trate seus pacientes como humanos, iguais a ele, com muito amor e bom humor. Porém, em uma sociedade em que a medicina “tradicional” coloca o médico como superior, ele enfrentará muitas dificuldades e problemas em sua formação por conta de seus métodos inovadores.


O elenco é incrível e conta com excelentes atuações. Todos os personagens são muito verdadeiros e transmitem muito bem tudo aquilo que o telespectador precisa receber com diálogos e expressões corporais. Robin Williams encara o papel de Patch Adams de uma forma tão pura que é possível ver o amor do personagem em querer ajudar e fazer a felicidade do próximo, mostrando sua personalidade inspiradora.

Devo confessar que não achei fácil de assistir, visto que o mesmo não conseguiu prender cem por cento da minha atenção, muitas vezes se tornando cansativo ou, até ouso dizer, tedioso. Entretanto é possível perceber desde o início que o filme carrega uma mensagem linda e importante e isso faz com que valha a pena seguir até o final.

Ele trouxe mensagens que devemos levar para vida sobre o que realmente é ajudar o próximo, como a qualidade de vida de um paciente pode ser mais importante do que o tempo dela, que para “revolucionarmos” não podemos desistir, entre muitas outras.

Patch Adams, o Amor é Contagioso se mostrou um longa emocionante, que me fez derramar lágrimas em alguns momentos com destaque para o final. O desfecho conta com um discurso emocionante e inspirador, carregado de todas as mensagens que o filme traz, mas algo que me marcou muito em relação ao final foi a “felicidade excessiva”, termo utilizado para definir como ruim a personalidade admirável de Patch.

À vista disso, finalizo dizendo que é um filme que talvez não irá te prender do início ao fim, mas vale a pena conferir pelos ensinamentos que ele carrega e deixará um quentinho no seu coração ao lembra-lo.

PATCH ADAMS, O AMOR É CONTAGIOSO

Diretor: Tom Shadyac

Elenco: Robin Williams, Josef Sommer, Bob Gunton

Ano de lançamento: 1998

Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

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